COMUNICADO
A construção da Extensão de Saúde da Quinta do Conde torna-se mais urgente a cada dia que passa. O crescimento meteórico desta freguesia não se compadece com mais delongas, adiamentos ou subterfúgios; nem com guerrilhas político-partidárias.
A admissão de dois novos médicos para Quinta do Conde é uma medida positiva, porque devolve a três mil utentes o direito a ter médico de família.
Lamentavelmente porém, o espaço de trabalho para estes dois clínicos foi conseguido à custa da transferência de alguns serviços (Saúde Infantil; Saúde Materna; Planeamento Familiar; e Vacinação), que a partir de 2 de Dezembro passam a efectuar-se na Avenida Principal, no 2.º andar do edifício contíguo às bombas da GALP (antigas instalações do Gabinete de Urbanização da Quinta do Conde).
Esta decisão, apesar de provisória, impõe sacrifícios acrescidos às famílias, sobretudo a grávidas e crianças.
O desmembramento dos serviços confirma a justeza das exigências da Comissão de Utentes, pois como se vê, o edifício pré-fabricado de 22 anos de idade onde funciona a Extensão de Saúde, não tem condições nem capacidade de resposta para as necessidades da população desta freguesia que conta mais de vinte mil habitantes.
A colocação dos dois novos médicos minimiza, mas não resolve, a insuficiência dos recursos humanos, pois mais de cinco mil utentes vão continuar sem médico de família.
A Comissão de Utentes aguarda resposta ao pedido de reunião endereçado ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde.
A admissão de dois novos médicos para Quinta do Conde é uma medida positiva, porque devolve a três mil utentes o direito a ter médico de família.
Lamentavelmente porém, o espaço de trabalho para estes dois clínicos foi conseguido à custa da transferência de alguns serviços (Saúde Infantil; Saúde Materna; Planeamento Familiar; e Vacinação), que a partir de 2 de Dezembro passam a efectuar-se na Avenida Principal, no 2.º andar do edifício contíguo às bombas da GALP (antigas instalações do Gabinete de Urbanização da Quinta do Conde).
Esta decisão, apesar de provisória, impõe sacrifícios acrescidos às famílias, sobretudo a grávidas e crianças.
O desmembramento dos serviços confirma a justeza das exigências da Comissão de Utentes, pois como se vê, o edifício pré-fabricado de 22 anos de idade onde funciona a Extensão de Saúde, não tem condições nem capacidade de resposta para as necessidades da população desta freguesia que conta mais de vinte mil habitantes.
A colocação dos dois novos médicos minimiza, mas não resolve, a insuficiência dos recursos humanos, pois mais de cinco mil utentes vão continuar sem médico de família.
A Comissão de Utentes aguarda resposta ao pedido de reunião endereçado ao Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde.
Quinta do Conde, 27 de Novembro de 2004.
A Comissão de Utentes

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